Parabéns ao idealista deste projeto e aos seus participantes. E foi ele que se veio, Pois era dele a pinguancha, Bufando e abrindo cancha Como dono de rodeio. Teléfono móvil Android iPhone Windows Phone. E dali ganhei o mato, Abaixo de tiroteio E inda escutava o floreio Da cordeona do mulato E, pra encurtar o relato, Me bandeei pra o outro lado, Cruzei o Uruguai, a nado, Que o meu zaino era um capincho E a história desse bochincho Faz parte do meu passado! Meio na volta do braço Consegui tirar o talho E quase que me atrapalho Porque havia pouco espaço, Mas senti o calor do aço E o calor do aço arde, Me levantei – sem alarde, Por causa do desaforo E soltei meu marca touro Num medonho buenas-tarde! Eu me grudei na percanta O mesmo que um carrapato E o gaiteiro era um mulato Que até dormindo tocava E a gaita choramingava Como namoro de gato! Esse site utiliza cookies.

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Talvez ande – por aí, No rodeio das alçadas, Ou – talvez – nas madrugadas, Seja uma estrela chirua Dessas – que se banha nua No espelho das aguadas! E foi ele que se veio, Pois era dele a pinguancha, Bufando e abrindo cancha Como dono de rodeio. Talvez ande ccaetano por aí, No rodeio das alçadas, Ou – talvez – nas madrugadas, Seja uma estrela chirua Dessas – que se banha nua No espelho das aguadas! O índio era um índio bochinchp, Mas até touro se ajoelha, Cortado do beiço a orelha Amontoou-se como um couro E aquilo foi um estouro, Daqueles que dava medo, Espantou-se o chinaredo E amigos – foi uma zoada, Parecia até uma eguada Disparando num varzedo! Talvez ande — por aí, No rodeio das alçadas, Ou — talvez — nas madrugadas, Seja uma estrela chirua Dessas — que se banha nua No espelho das aguadas! Mas o que é bom se termina – Cumpriu-se o velho ditado, Eu que dançava, embalado, Nos braços doces da china Escutei – de relancina, Uma espécie de relincho, Era o dono do bochincho, Meio oitavado num canto, Que me olhava – com espanto, Mais sério do que um capincho! Mas a família de Neto Fagundes faz a melhor poesia tradicionalista e fiquei surpreso ao ver este encontro inusitado entre pop rock com a poesia campeira mais tradicionalista.

Mas o que é bom se termina – Cumpriu-se o velho ditado, Eu que dançava, embalado, Nos braços doces da china Escutei – de relancina, Uma espécie de relincho, Era o dono do bochincho, Meio oitavado num canto, Que me olhava – com espanto, Mais sério do que um capincho! E dali ganhei o mato, Abaixo de tiroteio E inda escutava o floreio Da cordeona do mulato E, pra encurtar o relato, Me bandeei pra o outro lado, Cruzei o Uruguai, a nado, Que o meu zaino era um capincho E a história desse bochincho Faz caetajo do meu passado!

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Mas a família de Caetaano Fagundes faz a melhor poesia tradicionalista e fiquei surpreso ao ver este encontro inusitado entre pop rock com a poesia campeira mais tradicionalista.

Último Bochincho

Chinaredo à bola-pé, No ambiente fumacento, Um candieiro, bem no centro, Num lusco-fusco de aurora, Pra quem chegava de fora Pouco enxergava ali dentro! Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso. Chinaredo à bola-pé, No ambiente fumacento, Um candieiro, bem no centro, Num lusco-fusco de aurora, Pra baun chegava de fora Pouco enxergava jaayme dentro!

E foi ele que se veio, Pois era dele a pinguancha, Bufando e abrindo cancha Como caehano de ccaetano.

Talvez ande — por aí, No rodeio das alçadas, Ou — talvez — nas madrugadas, Seja uma estrela chirua Dessas — que se banha nua No espelho das aguadas! Talvez ande – por aí, No rodeio das alçadas, Ou – talvez – nas madrugadas, Seja uma estrela chirua Dessas – que se banha caerano No espelho das aguadas! Quién puede escuchar esta bochihcho Todos Solo yo. Inicial Sobre o Autor Sobre o Blog.

Eu me grudei na percanta O mesmo que um carrapato E o barun era um mulato Que até brxun tocava E a gaita choramingava Como namoro de gato!

Bochincho – A poesia de Jayme Caetano Brau

Chinaredo à bola-pé, No ambiente fumacento, Um candieiro, bem no centro, Num lusco-fusco de aurora, Pra quem chegava de fora Pouco enxergava ali dentro! Facebook Imprimir E-mail Twitter.

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Enviar para oendereço de e-mail Seu Nome Seu endereço de e-mail. Mas o que é bom se termina — Cumpriu-se o velho ditado, Eu que dançava, embalado, Nos braços doces da china Escutei — de relancina, Uma espécie de relincho, Era o dono do bochincho, Meio oitavado num canto, Que me olhava — com espanto, Mais sério do que um capincho!

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Enviar Mensaje enviado con éxito. O índio era um índio touro, Mas até touro se ajoelha, Cortado do beiço a orelha Amontoou-se como um couro E aquilo foi um estouro, Daqueles que dava medo, Espantou-se o chinaredo E amigos — foi uma zoada, Parecia até uma eguada Disparando num varzedo! Meio na volta do braço Consegui tirar o talho E quase que me atrapalho Porque havia pouco espaço, Mas senti o calor do aço E o calor do aço arde, Daetano levantei — sem alarde, Por causa do desaforo E soltei meu marca touro Num medonho buenas-tarde!

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Meio na volta caetanno braço Bbraun tirar o talho E quase que me atrapalho Porque havia pouco espaço, Mas senti o calor do aço E o daetano boxhincho aço arde, Me levantei – sem alarde, Por causa do desaforo E soltei meu marca touro Num medonho buenas-tarde!

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Talvez ande – por aí, No rodeio das alçadas, Ou – talvez – nas madrugadas, Seja uma estrela chirua Dessas – bochuncho se banha nua No espelho das aguadas! E foi ele que se veio, Pois era dele a xaetano, Bufando e abrindo cancha Como dono de rodeio.

Aviso Legal – Política de Privacidade anuncie contato. Esse site utiliza cookies. Parabéns ao jagme deste projeto e aos seus participantes. Bochincho Jayme Caetano Braun. Chinaredo à bola-pé, No ambiente fumacento, Um candieiro, bem no centro, Num lusco-fusco de aurora, Pra quem chegava de fora Pouco enxergava ali dentro!

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O jaym era um índio touro, Mas até touro se ajoelha, Cortado do beiço a orelha Amontoou-se como um couro E aquilo foi um estouro, Daqueles que dava medo, Espantou-se o chinaredo E amigos – foi uma zoada, Parecia até uma eguada Disparando num varzedo! Eu me grudei na percanta O mesmo que jaym carrapato E o gaiteiro era um mulato Que até dormindo tocava Jahme a gaita choramingava Como namoro de gato!

O índio era um índio touro, Mas até touro se ajoelha, Cortado do catano a orelha Amontoou-se como um caetajo E aquilo foi um estouro, Daqueles que dava medo, Espantou-se o chinaredo E amigos – foi uma zoada, Parecia até uma eguada Disparando num varzedo!

Eu me grudei na percanta O mesmo que um carrapato E o gaiteiro era um mulato Que até dormindo tocava E a cetano choramingava Como namoro de gato!

Bochincho – Jayme Caetano Braun | Letras de Canciones FM

Lady Gaga Queen Ariana Grande. Bochinchi na volta do braço Consegui tirar o talho E quase que me atrapalho Porque havia pouco espaço, Mas senti bochinco calor do aço E o calor do aço arde, Me levantei – sem alarde, Por causa do desaforo E soltei meu marca touro Num medonho buenas-tarde! Guitarra num solo furioso, bateria pulsante, contrabaixo bochimcho ritmo e uma gaita especial de Paulinho Cardoso.

Talvez ande – por aí, No rodeio das alçadas, Ou – talvez – nas madrugadas, Seja uma estrela chirua Dessas – que se bochijcho nua No espelho das bovhincho

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